O consumo de bebidas alcoólicas é classificado como carcinogênico para humanos.
O consumo de carnes processadas está associado a um aumento do risco de câncer.
A fumaça do tabaco é um dos principais agentes carcinogênicos conhecidos.
O asbesto é um conhecido carcinogênico, associado a câncer de pulmão.
O benzeno é classificado como carcinogênico para humanos.
Aqui entram os elementos considerados carcinogênicos para humanos – ou seja, merecem o nível máximo de atenção. “Para fazer parte dessa categoria, é porque existe evidência suficiente em humanos de que determinada substância causa câncer”, resume Maria Eduarda. Outra possibilidade para um elemento ser julgado como carcinogênico é quando os cientistas encontram estudos de boa qualidade em animais e um mecanismo que justifique o motivo de causar a doença.
Nesse grupo, estão 126 agentes. Entre eles, há velhos conhecidos, como cigarro, álcool, radiação solar, poluição e consumo de carne processada (salsicha, bacon, linguiça e companhia). Também dá para citar infecção pela bactéria H pylori, infecção crônica por hepatite C, alguns tipos de HPV, poeira da madeira, atuar como pintor, etc.
Inclui produtos como bacon, salsichas e presunto. Estudos indicam que o consumo de carne processada aumenta o risco de câncer colorretal e outros tipos de câncer
Fumar e a exposição ao fumo passivo são fatores de risco significativos para vários tipos de câncer, incluindo pulmão, boca e esôfago.
São os agentes definidos como provavelmente carcinogênicos para humanos. Nesse caso, existe evidência limitada de carcinogenicidade em seres humanos, mas há um conjunto suficiente de indícios mostrando que a substância é promotora de câncer em estudos experimentais, isto é, em animais.
Agrupados aqui, temos 94 agentes. Entre eles, estão: carne vermelha, anabolizantes, atuação profissional como cabeleireiro ou barbeiro, glifosato (um agrotóxico), trabalho noturno (quando prejudica o ciclo circadiano) e ingestão de bebidas muito quentes (acima de 65 °C).
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Ficam agrupados, aqui, os agentes classificados como possivelmente cancerígenos. A diferença em relação ao grupo 2A diz respeito ao nível de evidências científicas. No grupo 2B, elas são limitadas – tanto em seres humanos como em animais. É nessa classe que o aspartame acaba de ser incluído.
O adoçante artificial se junta, portanto, a uma lista de 322 agentes. Alguns exemplos: extrato de aloe vera, atividade de carpintaria e marcenaria, escapamento de motor a gasolina e extrato de ginkgo biloba.
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Este grupo é muito restrito e atualmente contém apenas um composto, o caprolactama.
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